<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202</id><updated>2009-10-02T17:37:57.269-07:00</updated><title type='text'>Modo de Falar</title><subtitle type='html'>Cotidiano, invenções e vontades.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-3953622666633974829</id><published>2009-05-14T08:21:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T08:22:25.207-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>De mudança:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mododefalar.wordpress.com"&gt;Modo de Falar no Wordpress&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-3953622666633974829?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/3953622666633974829/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=3953622666633974829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/3953622666633974829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/3953622666633974829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2009/05/de-mudanca-modo-de-falar-no-wordpress.html' title=''/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-5160663879305296056</id><published>2009-01-04T12:23:00.000-08:00</published><updated>2009-01-04T12:26:35.151-08:00</updated><title type='text'>Todas as pessoas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu &lt;br /&gt;Tu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EuTu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós&lt;br /&gt;Nós&lt;br /&gt;Nós&lt;br /&gt;Nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NósEles&lt;br /&gt;NósEles&lt;br /&gt;NósEles&lt;br /&gt;NósEles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EuTu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;Tu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-5160663879305296056?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/5160663879305296056/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=5160663879305296056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5160663879305296056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5160663879305296056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2009/01/todas-as-pessoas.html' title='Todas as pessoas'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-3419396379547076317</id><published>2008-08-10T17:33:00.000-07:00</published><updated>2008-08-10T17:38:16.141-07:00</updated><title type='text'>E ela estava sentada.</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esperando o leite ferver. Olhando a chama do fogo crescer e queimar. Seus olhos pareciam julgar sem piedade a desenvoltura do laranja azulado. O cabelo desarrumado parecia pedir um socorro que ela teimava em não escutar. A roupa escura combinava com a sala, e os pés descalços se encolhiam no sofá. O jazz vinha do apartamento vizinho, mas parecia a trilha perfeita para aquela cena. Era uma quinta-feira e já passava das onze da noite. A falta de sono a impedia de descansar para ir trabalhar no dia seguinte, e o leite quente seria um convite à&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;cama.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Milhões de lágrimas bordavam as suas pálpebras. O silêncio já fazia sentido. Mas mais sentido fazia não deixar as lágrimas caírem.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Já fazia tanto tempo. Já perdera tantas noites roendo as unhas. Já permitira tantas vezes as lágrimas de se mostrarem. Mas nada mudara. O poder do choro se limitava ao alívio do momento, mas não mudava sentimentos. Uma vez fora ao mercado e encontrou por lá, no corredor de doces, as suas lágrimas pedindo para sair quando viu na gôndola as balas de que ele tanto gostava. Fugiu, mas se deparou com elas de novo no corredor de vinhos baratos. Não tinha para onde correr. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Resolveu não comprar mais balas muito menos vinhos. Não que essa fosse uma decisão inteligente, afinal as lembranças estavam muito além de doces e bebidas. Elas estavam por todas as partes, como propagandas de shampoos. Na falta do que fazer, pegou um papel e caneta numa tarde dessas e começou a escrever todas as palavras que lembravam o namoro rompido. Sabe-se que as palavras não couberam em uma tarde só. Eram lugares, pessoas, cheiros, sabores, memórias. A vontade de mostrar a lista a ele e lembrar o por quê de cada palavra estar ali era agoniante, como muitas outras vontades que surgiam durante as horas do dia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Tentou focar no trabalho as energias. Passava a maior parte do dia fazendo coisas que ocupavam as suas horas. Mas ao chegar em casa, a única coisa de que lembrava era dos cinco minutos em que teve vontade de pegar o celular e mandar uma mensagem, dizendo que queria estar deitada no colo dele. Tentou outros amores, outras bocas, outras mãos. Mas eram outras, e outras não a faziam sorrir ao pedirem balas e vinhos baratos. Outras não sabiam encaixar os dedos nos seus, outras não a abraçavam com força, outras não beijavam sua nuca, outras não a cutucavam na hora que a música tocava na rádio, nem a procuravam no elevador. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O leite estava começando a se transformar em bolhas de ar quando a campainha tocou. Assustada, tirou os olhos subitamente da chama e suspirou antes de levantar. No caminho até a porta procurou seus chinelos mas não os achou. Ainda tentou soltar os cabelos mas não via motivos. Abriu a porta. Com a cabeça baixa, os sapatos foram a primeira coisa que ela viu. Não precisou seu olhar chegar até o rosto da visita de noite vazia para saber que era ele. Conhecia cada milímetro de seu corpo, cada peça de roupa que ele tinha no armário, sabia que aquele cheiro era o mesmo que ela sentia antes de ir dormir. Quando seus olhos chegaram aos dele, ela já esperava a visita das lágrimas, mas essas não apareceram. Sem saber o que dizer, deixou que ele o fizesse. Sem cumprimentos mais formais, ele pediu para entrar. Ela, ainda sem reação, permitiu e acendeu a luz, não queria que ele sentisse o clima cinza em que ela estava antes dele chegar. Ele já sabia onde ficava o sofá, e foi para lá. Ela foi atrás. A fisionomia do rosto dele estava diferente. Mesmo sendo a boca e as mãos, algo mudara. Talvez a sua expressão séria, era difícil o ver assim quando namoravam, afinal ele era o sorriso em pessoa. Olhou suas roupas, eram as mesmas que ela conhecera, a camisa, aliás, era o presente do natal passado. Sentou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Foram duas horas e trinta e oito minutos de palavras. Muitas delas estavam naquela lista da tarde pequena. As lágrimas agora apareceram, mas nos olhos dele. Já os dela estavam secos, mesmo com o coração molhado, como dizia Clarice. Não deixou de escutar nem de prestar atenção na boca um só minuto. No final, quando as palavras cansaram, a mão buscou a dela para entrelaçar os dedos daquele jeito. Ela lembrou das noites, das unhas, das balas, do vinho, da música e de tantas outras coisas. Inclusive do leite. Correu para a cozinha mas ele já tinha transbordado. Viu que não havia nada a ser feito a não ser limpar todo aquele estrago e ferver um novo leite. Depois de fazer isso, voltou para a sala e encontrou a boca e as mãos no sofá. Sentou ao lado delas, compartilhou o choro e disse:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:21.0pt;text-indent:-18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="mso-bidi-;font-family:Cambria;"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;-&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Prometa que não vai deixar transbordar dessa vez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ele prometeu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-3419396379547076317?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/3419396379547076317/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=3419396379547076317' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/3419396379547076317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/3419396379547076317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/08/e-ela-estava-sentada.html' title='E ela estava sentada.'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-1955993550123787913</id><published>2008-01-03T19:04:00.002-08:00</published><updated>2008-01-03T19:05:13.533-08:00</updated><title type='text'>Orgulho</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E se a porta bateu&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A saudade que bata&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas eu só paro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o coração parar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;de bater&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-1955993550123787913?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/1955993550123787913/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=1955993550123787913' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/1955993550123787913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/1955993550123787913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/orgulho.html' title='Orgulho'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-5031744669870676667</id><published>2008-01-03T19:04:00.001-08:00</published><updated>2008-01-03T19:04:19.150-08:00</updated><title type='text'>Metáforas de um besouro</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 10px; "&gt; &lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Começou a perceber que possuia algum tipo de liberdade quando suas asinhas, após um longo esforço marcado pelo martírio de ser um inútil inseto, bateram de uma forma desesperadora em busca do sair do chão das frágeis patinhas. Subiu, de uma maneira que não sabia explicar. Simplismente subiu. As asinhas não paravam de bater num intervalo de infinitos milésimos de segundo, tudo para não voltar a ser mais um no solo dos simples...bichinhos nojentos. Não! Agora tinha um diferencial, ele voava. Assim como as borboletas voam, e são belas por causa disso. Não se sentia necessariamente belo, mas as patinhas continuavam a subir. E era incontrolável o prazer de estar ali. Voou e viu tudo de cima, viu como aquela vidinha era chata e hostil. Agora era diferente. Sua alegria excitante durou pouco. Assim como parece ser tudo que nos convém. Tudo começou pela luz branca. Aquela sim deve ter sido a verdadeira causa do seu devaneio interrompido. O brilho lhe atiçou de tal maneira, que o contato foi inevitável. Foi voando, tentando se fazer de galanteador de asinhas estremecidas. Mas a luz lhe traiu, e como num intervalo menor do que o bater de suas asas, uma enorme e dura branquidão lhe atropelou e lhe fez cair. Queda pior não há de existir, como a daquele pobre besouro. De repente, acabou-se. Suas patinhas só conseguiam, ao máximo, engatinhar pelo inútil ar. Seu corpo caído e machucado, não tinha mais forças nem mesmo de se compor. Ali ficou, até não aguentar mais. E, virado com a cabeça para cima, viu de longe a luz, até a própria lhe cegar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-5031744669870676667?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/5031744669870676667/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=5031744669870676667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5031744669870676667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5031744669870676667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/metforas-de-um-besouro_03.html' title='Metáforas de um besouro'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-740491398903862614</id><published>2008-01-03T19:01:00.000-08:00</published><updated>2008-01-03T19:02:07.123-08:00</updated><title type='text'>Coreografia improvisada</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 10px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quem aqui sabe cantar? Quem aqui sabe dançar? Quem aqui sabe viver? Ah, se a vida fosse apenas mais uma coreografia bailada pelos pés da saia rodada. Simplesmente te colocam no palco e a música começa e termina quando ela bem entende. No começo fica-se um pouco perdida, sem saber o que fazer com os braços e pernas, mas aos poucos aquilo faz tão parte de você, que os passos surgem quase que intuitivamente. Tudo é tão lindo na primeira estrofe. Depois, os sons vão mudando, o ritmo acelerando e seus passos anteriores já não se encaixam tão bem assim na melodia. É preciso criar passos novos, e rápido! Antes que a música pare. Um pouco de descordenação no princípio, mas logo logo seus pés deslizam novamente como patins no gelo. Você olha para quem te olha, e descobre que não está sozinha nesse palco. Todo minuto vem alguém com passos mais elaborados tentando se destacar. E é por isso que os seus se elaboram cada vez mais e mais. De repente, em algum momento da música, os seus passos desaceleram, e os seus pés estão tão acostumados com a espontaneidade dos ritmos fervilhantes, que você luta contra a calmaria. Mas ela vem, e não tem jeito. E mais uma vez você tem que se acostumar, afinal, lembre-se que a música pára a qualquer momento. Um som suave e ao mesmo tempo melancólico surge, e seu corpo vai amolecendo e perdendo as forças, até que você olha em volta, e vê que os outros continuam a dançar rapidamente. "Por quê eu?". Respostas não existem nessa coreografia, e o jeito é correr atrás das notas perdidas. Acelera e desacelera. A música faz o que quer de você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-740491398903862614?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/740491398903862614/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=740491398903862614' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/740491398903862614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/740491398903862614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/coreografia-improvisada.html' title='Coreografia improvisada'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-7434024503723019758</id><published>2008-01-03T18:58:00.000-08:00</published><updated>2008-12-04T07:41:15.024-08:00</updated><title type='text'>Dicas para o sucesso</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana;font-size:10px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Antes de tudo, olhe-se no espelho. Afinal, o maior segredo para o sucesso não é o talento, e sim a sua bunda. Se você for do tipo recalcada, tranque a porta do quarto, coloque um shorts (o menor e mais apertado que tiver. Se for possível, invada o armário da sua irmãzinha mais nova e faça aquilo entrar em você) e rebole. Rebole muito, em todos os ângulos, faça cara de "menina sapeca" (afinal, carisma é tudo) e mexa (muito) o cabelão. Por falar nele, este deve estar impecavelmente liso, sem um fio fora do lugar, e compridão, para dar um efeito bonito quando sacudir junto com as outras partes do seu corpo. Treine seu discurso (aquilo que os artistas falam quando se pergunta alguma coisa. Qualquer coisa). Diga que foi muito difícil chegar onde você está, que seu trabalho (o negócio da bunda e tal) é fruto de muito esforço e dedicação e que (não se esqueça dessa parte) você agradece muito a oportunidade de poder mostrar o seu "talento". Faça de tudo para aparecer em todas as capas de revistas de fofoca. Se for possível (faça um esforço), cada semana com um namorado e assim respectivas tatuagens de amor eterno. Mas lembre-se: sempre que alguém da mídia perguntar sobre a sua vida pessoal, responda: "eu não gosto de me expor". Faça um teste para a novela das oito. Bata um papinho com o diretor, e consiga, de um jeito que nem você sabe como, o papel da mocinha imortal. Cante, se quiser. Mas só se quiser, não é tão importante assim. Lembre-se de que suas músicas devem falar de decepções amorosas. Sempre. Assim, seus fãs vão sentir vontade de te levar pra casa. Nunca mude o ritmo, apenas a letra, e mesmo assim, não mude muito para facilitar a compreensão de seus fãs, e a sua também. Pose para todas as revistas masculinas, mas sinta vergonha de beijar em público. Brigue com alguém famoso, e vá ao Superpop discutir o que não tem discussão. Participe de games com artistas vestindo apenas um top e uma mini saia, e não se esqueça de ficar vermelha quando seu top e/ou saia sairem do lugar. Aproveite tudo, vá a festas, dê autógrafos (seu nome em um papelzinho, mandando beijos com gostinho de morango e muitos, muitos coraçõezinhos), dê entrevistas, não recuse nenhum convite. Afinal, quando a sua bunda cair, já era. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-7434024503723019758?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/7434024503723019758/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=7434024503723019758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/7434024503723019758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/7434024503723019758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/dicas-para-o-sucesso.html' title='Dicas para o sucesso'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-2868309868555260895</id><published>2008-01-03T18:56:00.001-08:00</published><updated>2008-01-03T18:58:33.185-08:00</updated><title type='text'>Conversa com Renato</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="  ;font-family:Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil é descrever o que foi aquela troca de palavras. E eu, observando de longe, decorava casa sílaba pronunciada por aquelas bocas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai dizer que não sabe? &lt;br /&gt;- Não sei de nada. &lt;br /&gt;- Mas, todos sabem! &lt;br /&gt;- Ora, por favor! Já disse que desconheço esse rótulo. &lt;br /&gt;- Mas, vê se pode! Um mito que não sabe que é mito! &lt;br /&gt;- O que quer? &lt;br /&gt;- Que reconheça. &lt;br /&gt;- Pois desista. &lt;br /&gt;- Insistirei. &lt;br /&gt;- Por que na minha mesa? &lt;br /&gt;- Porque é quem vende os cds e quem faz a juventude gritar. &lt;br /&gt;- Eu não faço nada. Eu escrevo, poetiso, e que culpa tenho eu, se minhas poesias ficam bem quando ritmadas? &lt;br /&gt;- Isso se chama música. &lt;br /&gt;- Descordo e concordo. &lt;br /&gt;- Explique-se. &lt;br /&gt;- Isso é o que deveria ser música, mas algumas merdinhas também recebem esse nome, infelizmente. &lt;br /&gt;- É quem vende! E isso já está de bom tamanho. &lt;br /&gt;- Não acho. &lt;br /&gt;- Porque discorda de cada palavra? &lt;br /&gt;- Porque sou poeta. &lt;br /&gt;- Ora... &lt;br /&gt;- E isso tudo é para que? &lt;br /&gt;- Quero um músico. &lt;br /&gt;- Um músico poeta ou um músico merdinha? &lt;br /&gt;- Um músico. Que me dê dinheiro. &lt;br /&gt;- Mas quanta sinceridade! &lt;br /&gt;- Não é isso que você faz o tempo todo? &lt;br /&gt;- Pode ser, mas uma sinceridade rimada é mais tolerante. &lt;br /&gt;- É complicado de conversar. &lt;br /&gt;- Mas, o que esperava? Eu crio, escrevo o que eu acho que deveria ser lido, não tenho regras, não tenho motivos, simplismente escrevo, e você vem querer me colocar num lugar onde a palavra é instrumento para pagar os seus porres? Pense. &lt;br /&gt;- Está baixando o nível. &lt;br /&gt;- Este é o meu nível. Cuspa, se quiser. &lt;br /&gt;- O que é? Um filósofo de baixo calão? &lt;br /&gt;- Deveria saber que filósofos são baixos, se assim vê. &lt;br /&gt;- Vamos ser objetivos. &lt;br /&gt;- Está falando com a pessoa errada. &lt;br /&gt;- Céus! O que peço é tão impossível assim? &lt;br /&gt;- Pedir para que minhas idéias e ideais mudem, porque convém você e à sua gente, é completamente impossível. &lt;br /&gt;- Vai se arrepender. &lt;br /&gt;- Se for preciso... &lt;br /&gt;- O que quer dizer? &lt;br /&gt;- Já ouviu minhas músicas? &lt;br /&gt;- Quem não o fez? &lt;br /&gt;- Pois bem, deveria saber que acredito nas consequências das ações. &lt;br /&gt;- Ações inteligentes, consequências inteligentes. &lt;br /&gt;- Depende. &lt;br /&gt;- Poetas... &lt;br /&gt;- Me juntar a você, pode ser inteligente para e somente para você. &lt;br /&gt;- A idéia do relativo. &lt;br /&gt;- Estamos começando a falar a mesma língua. &lt;br /&gt;- Falar a mesma língua que você? Julgo impossível. &lt;br /&gt;- Julga, é? &lt;br /&gt;- Suas letras: amor, amor...superficialidades. &lt;br /&gt;- Mas, ora só! Acha o sentimento superficial? O que é válido, então? Sua gente que tenta manipular idéias? &lt;br /&gt;- Não manipulamos. As tornamos aceitáveis. &lt;br /&gt;- Para quem? &lt;br /&gt;- Para quem ouve! &lt;br /&gt;- Mas que estupidez! Os jovens gostam é da verdade, não de um mundo cor-de-rosa, quando tudo parece estar apodrecendo. Quanta hipocrisia! &lt;br /&gt;- E quanto ao amor? &lt;br /&gt;- Sem ele, nós nada seríamos. &lt;br /&gt;- Costuma responder perguntas com trechos de músicas suas? &lt;br /&gt;- Quando convém, por que não? São palavras minhas. &lt;br /&gt;- Certo. O amor não me preocupa, e sim suas críticas desnecessárias ao nosso país. &lt;br /&gt;- Se você estivesse feliz com ele, não estaria aqui sentado na minha mesa, para arrancar dinheiro da minha arte. &lt;br /&gt;- Mesmo assim, como ousa fazer sucesso e tornar hino uma música que trata de um problema momentâneo e passageiro da nação? &lt;br /&gt;- Fala de "Que país é esse?"? &lt;br /&gt;- Obviamente. &lt;br /&gt;- E ainda diz momentâneo? Isso daqui não muda mais. Daqui uns anos, você voltará a me procurar para dizer que tenho razão. &lt;br /&gt;- Repito que é difícil conversar com você. &lt;br /&gt;- Repito que isso costuma acontecer quando um poeta e um manipulador de idéias se encontram. &lt;br /&gt;- Ora! &lt;br /&gt;- Não tem mais sentido ocupar esse lugar na minha mesa, não acha? &lt;br /&gt;- Certamente. Não há acordo. &lt;br /&gt;- Pelo menos um pensamento correto. &lt;br /&gt;- Um dia perceberá que precisa do que lhe tenho a propor, que precisa pagar suas contas, e que... &lt;br /&gt;- Eu vivo, meu senhor! E as consequências disso são pura e exclusivamente da minha conta. &lt;br /&gt;- Passar bem. &lt;br /&gt;- Passarei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E levantou, deixando o homem que mais fez jovens refletir e conhecer o verdadeiro sentido de viver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Esse texto é totalmente ficção. Ousei quando tentei escrever como Renato Russo pensava, mas é a pura imagem que faço do mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-2868309868555260895?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/2868309868555260895/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=2868309868555260895' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/2868309868555260895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/2868309868555260895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/conversa-com-renato.html' title='Conversa com Renato'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-5219833189789387498</id><published>2008-01-03T18:48:00.000-08:00</published><updated>2008-01-03T18:54:41.766-08:00</updated><title type='text'>Dueto</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana;font-size:10px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu queria ser duas. Assim, uma de cada jeito. Pra pintar o cabelo de vermelho e deixar o outro castanho, pra deixar as unhas compridas e brincar de femme fatale e roe-las até não dar mais. Não, na verdade eu queria pra andar cheia de imperfeições sem ligar a mínima, e sair como uma diva de clássicos do cinema. Queria usar chinelo e salto alto, queria usar batom vermelho e manteiga de cacau, queria andar de carro-preto-vidro-preto e de ônibus todo dia. Queria me torrar no sol e passar pó para parecer mais branca. &lt;br /&gt;Queria me embebedar e tomar champagne com toda a classe, viver pelos dias em frente ao mar e morrer de frio diante do fondue. Ser uma coroa elegante e uma vovó toda tatuada. Ser dançarina e publicitária, aprender espanhol e francês, idolatrar sevilla e paris. Ir em um show de blues e um de rock, saber contar piada e não conseguir dar gargalhada. Me entupir de chocolate e aderir à dieta. Gostar de novela e odiar clichês, amar o moderno e morrer de paixão pelo antigo. Queria ler contos eróticos e poesias de Drummond. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-5219833189789387498?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/5219833189789387498/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=5219833189789387498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5219833189789387498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5219833189789387498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/metforas-de-um-besouro.html' title='Dueto'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-3885370176360015891</id><published>2008-01-02T07:46:00.001-08:00</published><updated>2008-01-02T07:49:04.699-08:00</updated><title type='text'>Necessidade</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana;font-size:10px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quero sentir. Arrepio de madrugada, tapa na cara e bochechas quentes. Quero chorar de felicidade e enxergar tudo embaçado. Quero perder a dor na esquina, fingir estar triste pra ganhar desculpas a toa. Quero sentir o peso da má notícia, o desânimo da segunda-feira, a dormência dos pés. Quero desvendar os sorrisos da mesa ao lado. Quero amores de mentirinha. Quero desafinar, cair e implorar, sumir e esquecer das pistas. Quero arranhar a lousa e pisar em espinhos. Quero sentir sede de cheiros e vontades inapropriadas. Quero pedir silêncio pra escutar, falar até a garganta arranhar e de joelhos pedir pra ficar. Quero bater a porta, ferver os olhos e me arrepender depois. Quero cantar de olhos fechados, suspirar com o ridículo, contar o final do filme, fugir e querer ser resgatada, me entregar de bandeja, dançar fora do ritmo, dizer SIM ao NÃO prometido. Quero sentir o azedo pra valorizar o doce, queimar a língua pra saber sentir o gosto. Extravasar. Gargalhar. Quero despir os instintos, acariciar o desejo, suar com o insaciável e sair com a respiração ofegante. Seja com o que for, seja porque for, eu quero sentir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-3885370176360015891?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/3885370176360015891/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=3885370176360015891' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/3885370176360015891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/3885370176360015891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/necessidade.html' title='Necessidade'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-6374210639049000714</id><published>2008-01-02T07:42:00.000-08:00</published><updated>2008-01-02T07:45:52.290-08:00</updated><title type='text'>Refazendo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ano novo, blog novo, textos velhos. Sim, como eu estou começando tudo de novo, fiquei com pena de largar os meus textos no blog antigo. Assim sendo, durante alguns posts esses textos serão republicados, mas com a mesma graça de sempre! :)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um beijo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-6374210639049000714?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/6374210639049000714/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=6374210639049000714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/6374210639049000714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/6374210639049000714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2008/01/refazendo.html' title='Refazendo'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3981380577757412202.post-5748427389925531863</id><published>2007-12-28T19:10:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T19:23:24.519-08:00</updated><title type='text'>Não sei</title><content type='html'>Não sei te dizer a que horas meu coração começou a ser seu. Só sei que ele é, e me parece que nunca vai deixar de ser. Nem me pergunte porque eu não consigo me despedir quando você entra no carro, deve ser porque quando você sai não tem a menor graça ficar em casa. Não tente entender porque eu espero tão ansiosamente a hora de te ver de novo, é que o tempo passa muito devagar quando eu não estou de mãos dadas com você. Não questione os meus sorrisos que surgem do nada, eles só surgem quando encontram os seus. Eu também não sei porque os meus olhos brilham mais quando você chega, acho que é porque eles sabem que será recíproco. Não me pergunte o porque de tudo isso. Eu não sei. Deve ser um daqueles sentimentos inexplicáveis. &lt;div&gt;Não sei te dizer a que horas me coração começou a ser seu. Só sei que ele nunca vai deixar de ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3981380577757412202-5748427389925531863?l=mododefalar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mododefalar.blogspot.com/feeds/5748427389925531863/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3981380577757412202&amp;postID=5748427389925531863' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5748427389925531863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3981380577757412202/posts/default/5748427389925531863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mododefalar.blogspot.com/2007/12/no-sei.html' title='Não sei'/><author><name>Bruna Costa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17941498211144247610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='04660755697537150259'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry></feed>